segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Medidas de comprimento, área, volume, capacidade e massa


 
O aluno já sabe comparar diferentes tamanhos de sapatos e começa a ter noções que a utilização de padrões diferentes não daria exatidão a medida que se propõe fazer. Um padrão então precisar ser estabelecido “Qual ‘sapato’ vamos usar’”.

  
Visualmente a criança percebe que a quantidade de água não é a mesma em cada um dos copos. A princípio pela medida do copo, considerando que os copos são iguais. Esta noção com tempo permite que o aluno entenda também que mesmo que ‘a medida’ seja diferente, o volume pode ser o mesmo, quando o tamanho dos copos, por exemplo são diferentes.


A criança precisa entender que o mapa representa uma unidade maior, aprendendo a trabalhar conceito de escalas. Mas, além de ter noção de espaço e de medida, a posição que cada um ocupa neste espaço, ou o ponto de vista, influenciam na solução a ser apresentada.

Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: matemática / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.

DAVID, Maria Manuela Martins Soares. FONSECA, Maria da Conceição Ferreira Reis. Sobre o conceito de número racional e a representação fracionária. Disponível em: http://www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/matematica/livros/leituras/numero_racional/06_numero_racional.htm.

SANTOS, Carlos Pereira. O Conceito de Unidade na Educação Pré-Escolar. Instituto Superior de Educação e Ciências. In Jornal das Primeiras Matemáticas. Número 1. AEME Ludus. Dezembro de 2013.

domingo, 28 de agosto de 2016

Brincando com as Sílabas

brincando com as sílabas
Atividade avaliativa i


...A capacidade de refletir sobre os sons da fala e identificar seus correspondentes gráficos é extremamente necessária no período inicial no desenvolvimento da leitura e da escrita, quando a criança deve reconhecer o princípio alfabético. Dessa forma, jogos e brincadeiras que envolvam a identificação e a manipulação dos sons das palavras possibilitam que a criança desenvolva suas habilidades metafonológicas, contribuindo para a aquisição da escrita.
(LAMPRECHT, 2004 apud OLIVEIRA, 2015).

Este jogo tem por finalidade reforçar a capacidade das crianças de analisar palavras em sílabas, contribuindo para o processo de alfabetização, da leitura, da ortografia, em especial a consciência fonológica. Este jogo destina-se a crianças da educação infantil, de 6 a 8 anos de idade, levando-as a aprender os “pedaços das palavras” (profa. Eliana Machado).
Trata-se de um jogo participativo, não competitivo, no qual todas as crianças sempre sairão ganhando e com muita alegria.

Materiais utilizados:
Uma caixa;
Figuras de objetos que comecem com a mesma sílaba (trabalhar a aliteração);
Figuras de objetos que terminem com a mesma sílaba (trabalhar rima);
Cola, papel de presente e durex para confeccionar a caixa.

Aprendendo a Jogar:
Após dar uma linda aparência à caixa, colocar dentro dela diversas gravuras;
Utilizar figuras de objetos cujos nomes têm diferentes números de sílabas e que comecem ou terminem com a mesma sílaba (ou poderão ser colocados os próprios objetos);
Convidar um aluno para fechar os olhos e escolher um objeto;
Pedir o aluno para abrir os olhos e dizer que objeto tem nas mãos;
Os demais alunos deverão repetir nome do objeto, após com orientação do professor, dizer a palavra dividindo em sílabas, mostrando nos dedos cada sílaba;
Pedir aos alunos que digam quantas sílabas cada palavra tem.


Referências bibliográficas


MACHADO, Eliana. Entrevista dada ao programa “10ordens - um programa para quem tem algo na cabeça”. Disponível em http://ead.uemg.br/mod/resource/view.php?id=18165 Acesso em 23/08/2016.´

OLIVEIRA, Maria Eduarda Mesch. Consciência fonológica na educação infantil: uma prática voltada a acadêmicos de pedagogia. Disponível em https://www.univates.br/bdu/bitstream /10737/850/1/2015MariaEduardaMoeschdeOliveira.pdf. Acesso em 23/08/2016.


Anexos








sexta-feira, 29 de abril de 2016

Pedagogia Empresarial: reflexões sobre as possíveis contribuições do pedagogo em programas de habilitação e reabilitação profissional.

Conforme vemos na disciplina, o o trabalho do pedagogo é o de gestor de processos educativos, devendo gerir: pessoas, processos, recursos materiais, recursos financeiros, recursos físicos, conhecimentos. Creio que esta função deverá ser desempenhada nos processos educativos em ambientes empresariais.

No Brasil, a pedagogia empresarial nasce ligada ao trabalho de preparação de pessoal responsável pelos recursos humanos das empresas, onde passa a atuar especialmente na área de treinamento e desenvolvimento de pessoas. Segundo Almeida (2006, apud DISESSA):
A atuação do profissional de pedagogia nas organizações será importante e positiva na medida em que elas não estejam visualizando apenas a manutenção de políticas de RH clientelistas, mas sim estejam preocupadas com o desenvolvimento humano de forma efetiva, voltadas para a potencialização da inteligência de cada um individualmente e da organização como um todo."

Disessa (2013) propõe discutir sobre a "identidade e novo significado da Pedagogia no contexto do novo milênio, que além de uma ciência da educação, cabe à pedagogia o estudo e investigação do trabalho pedagógico desenvolvido em espaços não escolares". 

Para Disessa (2013)
A atuação do profissional da pedagogia empresarial deve ocorrer de forma relacionada e cooperativa com os outros profissionais da gestão de pessoas. A partir daí, é possível elaborar e desenvolver projetos e ações que contribuem para uma melhor atuação dos colaboradores, bem como a melhora do desempenho da empresa.

Para isso "O Pedagogo Empresarial precisa também de uma formação humanística e técnica, a fim de desenvolver a capacidade de atuação junto aos recursos humanos da organização. Sua formação inclui disciplinas como: didática aplicada ao treinamento, jogos e simulações empresariais, administração do conhecimento, ética nas organizações, comportamento humano nas organizações, cultura e mudança nas organizações, educação e dinâmica de grupos, relações interpessoais nas organizações, desenvolvimento organizacional e avaliação do desempenho". (RIBEIRO, 2003).

Ribeiro (2003, p. 9) descreve:
Considerando-se a Empresa como essencialmente um espaço educativo, estruturado como uma associação de pessoas em torno de uma atividade com objetivos específicos e, portanto, como um espaço também aprendente, cabe à Pedagogia a busca de estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem/apropriação de informações e conhecimentos.


"A educação é um direito de todos os indivíduos, entretanto e importante ressaltar o novo papel da Pedagogia, voltada para 'educar as diferenças'. Segundo Mantoan (2003, p.5) 'educar é empenhar-se por fazer o outro crescer, desenvolver-se, evoluir'".

"Em 1977, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) em conjunto com o Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS), estabelecem diretrizes básicas para a ação integrada no atendimento a excepcionais, pelos órgãos subordinados, como o Cenesp (Centro Nacional de Educação Especial), a LBA (Fundação Legião Brasileira de Assistência) e INSS, Serviços de Saúde da Previdência Social e dos Serviços de Reabilitação Profissional, com o objetivo de aumentar o atendimento especializado nos aspectos médicos, psicossociais e educacionais".



BIBLIOGRAFIA:

DISESSA, Cleberson. Assédio moral no ambiente organizacional. Educação em Foco, 1-14, 2013. 




Referências a serem pesquisadas para aprofundamento dos estudos:

ALMEIDA, M. G. de. Pedagogia empresarial: saberes, práticas e referências. Rio de Janeiro: Brasport, 2006.

BOSA, N. L.; RIBAS, K. M. F. O Pedagogo e sua Inserção no Âmbito Empresarial. Revista Eletrônica Lato Sensu – Ano 3, nº1, março de 2008.

RIBEIRO, A. E. A. Pedagogia empresarial: atuação do pedagogo na empresa. Rio de Janeiro: Wak, 2003.