brincando com as sílabas
Atividade avaliativa i
“...A capacidade de refletir sobre os sons da
fala e identificar seus correspondentes gráficos é extremamente necessária no
período inicial no desenvolvimento da leitura e da escrita, quando a criança
deve reconhecer o princípio alfabético. Dessa forma, jogos e brincadeiras que
envolvam a identificação e a manipulação dos sons das palavras possibilitam que
a criança desenvolva suas habilidades metafonológicas, contribuindo para a
aquisição da escrita.”
(LAMPRECHT,
2004 apud OLIVEIRA, 2015).
Este jogo tem por finalidade
reforçar a capacidade das crianças de analisar palavras em sílabas, contribuindo
para o processo de alfabetização, da leitura, da ortografia, em especial a consciência
fonológica. Este jogo destina-se a crianças da educação infantil, de 6 a 8 anos
de idade, levando-as a aprender os “pedaços das palavras” (profa. Eliana
Machado).
Trata-se de um jogo participativo,
não competitivo, no qual todas as crianças sempre sairão ganhando e com muita
alegria.
Materiais utilizados:
Uma caixa;
Figuras de objetos que comecem
com a mesma sílaba (trabalhar a aliteração);
Figuras de objetos que terminem
com a mesma sílaba (trabalhar rima);
Cola, papel de presente e durex
para confeccionar a caixa.
Aprendendo a Jogar:
Após dar uma linda aparência à
caixa, colocar dentro dela diversas gravuras;
Utilizar figuras de objetos cujos
nomes têm diferentes números de sílabas e que comecem ou terminem com a mesma
sílaba (ou poderão ser colocados os próprios objetos);
Convidar um aluno para fechar os
olhos e escolher um objeto;
Pedir o aluno para abrir os olhos
e dizer que objeto tem nas mãos;
Os demais alunos deverão repetir nome
do objeto, após com orientação do professor, dizer a palavra dividindo em
sílabas, mostrando nos dedos cada sílaba;
Pedir aos alunos que digam quantas sílabas cada palavra tem.
Pedir aos alunos que digam quantas sílabas cada palavra tem.
Referências bibliográficas
MACHADO,
Eliana. Entrevista dada ao programa “10ordens
- um programa para quem tem algo na cabeça”. Disponível em http://ead.uemg.br/mod/resource/view.php?id=18165
Acesso em 23/08/2016.´




